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Separar o Trigo do Joio
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06-01-2011
Estamos cada vez mais distantes do verdadeiro sentido da Caça, e, este é um facto indiscutível.
A Caça, por seu turno, encontra-se no centro, entre dois extremos, cada vez mais pronunciados e distantes um do outro. Vivem eles das meias-verdades que debitam vigorosamente e dos argumentos que utilizam para se agredirem mutuamente. Refiro-me aos grupos extremistas pro-caça e anti-caça, respectivamente.
Estes últimos não são os únicos a representarem uma séria ameaça à existência da actividade venatória. Os primeiros também o são! E isso deve-se à incapacidade que temos vindo a demonstrar, hoje em dia, mais do que nunca, de nos organizarmos e estruturarmos à volta dos mesmos objectivos, dos mesmos valores éticos e morais, pelo que há muita coisa a correr muito mal.
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PEDRO MIGUEL SILVEIRA |
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Os Amigos da Onça
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15-05-2010
É com relativa facilidade que se encontram diversos pontos em comum e mesmo convergentes, defendidos por caçadores como pelos ditos “ambientalistas” e “amigos dos animais”.
A título de exemplo evoco apenas o da preservação das espécies e do meio ambiente; o do combate à caça furtiva ou o anseio de prevenir e reduzir o desnecessário sofrimento dos animais.
Todos esses objectivos são abraçados tanto por uns, como pelos outros. Porém, enquanto os caçadores assumem a existência dessa associação de interesses de forma livre e espontânea, já o mesmo não se passa com os ditos “ambientalistas” e os tais “amigos dos animais” que a recusam e negam veementemente, i.e., pura e simplesmente não aceitam que possa existir esse tipo de ligação ou qualquer tipo de convergência com os caçadores, que consideram ser um grupo marginal constituído por bárbaros, criminosos, violentos e de assassinos, adjectivos esses que fazem por repetir incessantemente.
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PEDRO MIGUEL SILVEIRA |
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Maitê Proença em defesa da caça
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18-06-2009
Recentemente, em um programa Saia Justa, no meio de uma discussão sobre o macho moderno, me pus a defender a caça. Disse, basicamente que nós mulheres ganhamos tanto espaço nas últimas décadas - espaços que foram, desde sempre, redutos dos homens - e que enquanto avançávamos, os rapazes ficaram olhando perplexos esperando que aquilo fosse uma marola ao invés do grande movimento transformador de hábitos que virou. E que agora os pobres estão tontos sem ter onde manifestar sua masculinidade, não tem mulher para detonar, não têm boi para laçar, não há duelos de morte, não se enfrenta um javali para o sustento da família.
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