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Um Alerta a Todos os Cães de Caça
Leishmaniose Canina
 

     

Autor: Diogo Fontes

Co-Autor: Diogo Fontes1, Carla Azevedo1 - 1- Médicos Veterinários

19-10-2007 10:05:00

 

   
Este artigo é um alerta a todos os proprietários de cães, nomeadamente dos cães de caça, pois estes são um dos grupos de risco desta doença, como iremos constatar mais à frente. Neste sentido, iremos procurar sensibilizar e esclarecer mais sobre esta terrível doença, principalmente ao nível da prevalência da doença nas regiões cinegéticas continentais, dos principais sintomas, o seu diagnóstico precoce e o mais importante, a sua prevenção.

 

A Leishmaniose Canina é uma doença grave e fatal nos cães, mas também pode ser transmitida a outros animais como os roedores e o Homem (zoonose), tendo apresentado em Portugal um crescimento muito significativo nos últimos anos.É seguramente um caso preocupante para a saúde pública.

 

A causa da Leishmaniose é um parasita protozoário microscópico (Leishmania infantum), sendo a doença transmitida de cão para cão através da picada de pequenos mosquitos (flebótomos). Actualmente não existe qualquer vacina ou medicamento de acção profiláctica directa disponível.

 

Prevalência da Leishmaniose em Portugal

 

A Leishmaniose é considerada doença endémica em quase todos países mediterrânicos e da América Latina, afectando todos os continentes à excepção da Austrália e ilhas do Pacífico (onde nunca se encontrou o mosquito flebótomo).

 

A Leishmaniose é então uma doença endémica em grande parte de Portugal Continental, e nos últimos anos tem-se assistido a um aumento dramático da prevalência desta doença nos cães.

 

Na região de Trás-os-Montes foram registadas seroprevalências de perto de 20% em estudos efectuados em 2000. Em 2002 e 2003, estudos realizados nos distritos de Lisboa e Setúbal determinaram seroprevalências de 16,1% e 21,4% respectivamente. Recentemente na região da Cova da Beira (Covilhã) foi determinada uma seroprevalência de 12,5%. Podemos afirmar com segurança que outras regiões de Portugal são também problemáticas, nomeadamente o Algarve, grande parte do Alto e Baixo Alentejo, Ribatejo e as Beiras.

 

Num trabalho realizado em Portugal, sobre a prevalência da Leishmania sp. na raposa em 2002, registou-se na Beira Interior 37,5% de casos positivos e no Alentejo cerca de 27,7%.

 

Como podemos constatar, estas regiões atrás identificadas correspondem às melhores zonas de caça do país, pois são também o­nde existe o melhor habitat para o mosquito flebótomo, como iremos ver mais à frente. Assim todos os caçadores proprietários de cães devem estar bem informados sobre os riscos e prevenção da Leishmaniose.

 

Em seguida apresenta-se um quadro e um mapa de Portugal sobre os vários estudos de prevalência da doença realizados em Portugal nos últimos anos (gentilmente cedidos Scalibor®-Intervet Portugal).


Distribuição da Leishmaniose Canina em Portugal Continental
Distribuição da Leishmaniose Canina em Portugal continental


Ano(s)

 

Localização

Prevalência

Referência

Trás-os-Montes e Alto Douro

1989

Santa Marta de Penaguião (Distrito Vila Real)

9,40%

Sampaio-Silva et al. (1993)

1989

Mesão Frio (Distrito Vila Real)

15,00%

Sampaio-Silva et al. (1993)

1996

Tabuaço

(Distrito Vila Real)

6,50%

Santos (1997)

1988/89

Alijó

(Distrito Vila Real)

12,40%

Abranches et al.

(1992)

2000

Alijó

(Distrito Vila Real)

18,70%

Cardoso et al.

(2004)

1989

Peso da Régua

(Distrito Vila Real)

10,40%

Sampaio-Silva et al. (1993)

1999

Peso da Régua

(Distrito Vila Real)

20,40%

Cardoso et al.

(2004)

Beiras

1994

Lousã

(Distrito Coimbra)

6,20%

Sousa et al.(1996)

2005

Covilhã, Fundão e Belmonte

(Distrito de Castelo Branco)

12,50%

Coelho et al. (2005)

Região Lisboa e Setúbal

1981

Distrito Lisboa

5,50%

Abranches et al.

(1983)

!981/86

Distrito Setúbal

7,80%

Abranches et al.

(1987)

2002/03

Distritos Lisboa e

Setúbal

16,60%

Afonso et al.

(2004

Alentejo

1991

Évora

3,90%

Semião-Santos et al. (1995)

1999/2000

Évora

9,49%

Semião-Santos et al. (1995)

Algarve

1993/94

Distrito de Faro

7,00%

Cabrita (1994)

1994

Loulé

(Distrito de Faro)

7,00%

Campino et al. (1995)

 

 

Como podemos concluir, é claro o aumento significativo da seroprevalência nos últimos anos em todo o Portugal e consequentemente, os valores determinados há mais de dez anos, poderão não reflectir a realidade actual.

 

Em relação à Leishmaniose humana, comparativamente com a Leishmaniose canina, os dados disponíveis são os seguintes:

 

 

Leishmaniose Humana

Leishmaniose Canina

Trás-os-Montes e Alto Douro

83 casos/1 milhão habitant.

9,40 – 20,20% cães

Região Metropolitana de

Lisboa

2 casos/1 milhão habitant.

5,50% – 16,60% cães

Algarve

3 casos/1 milhão habitant.

7% cães

 

Modo de Transmissão da Leishmaniose

 

Como já foi referido, a doença é transmitida de cão para cão através da picada de um determinado tipo de mosquito, do género Phlebotomus (Inserir Imagem Mosquito). Logo, a Leishmaniose só pode existir nas regiões o­nde se encontra este vector, o­nde os mamíferos actuam como reservatórios da parasita, sendo os cães o maior reservatório desta doença.


Phlebotomus

Phlebotomus

 

Os flebótomos são mosquitos pequenos e peludos e não “zumbem”, contrariamente aos mosquitos mais comuns. Possuem cor castanho claro até escuro. São mosquitos nocturnos, sendo do entardecer ao amanhecer o período de maior actividade, preferindo as noites quentes mediterrâneas (superior a 16ºC). Necessitam de brisas suaves devido ao seu pequeno porte, podendo deslocar-se até um raio de 2 Km. Assim, no Mediterrâneo o período destes mosquitos pode iniciar-se em Março, com um pico de Julho a Setembro, podendo prolongar-se até Outubro, em plena época de caça. São mais abundantes em áreas rurais, zonas urbanas arborizadas e locais o­nde exista matéria orgânica em decomposição (ex. lixeiras, aterros).

 

Estes mosquitos alimentam-se de açúcares da seiva das plantas, à excepção das fêmeas que são sugadoras de sangue para poderem maturar os seus ovos. O ciclo de vida completo do flebótomo tem uma duração média de 2 meses, iniciando-se na ovopustura após uma semana da refeição de sangue. Apresentam uma postura típica quando se preparam para picar, elevando as asas numa posição superior ao corpo.

 

Ciclo de Vida do Parasita Leishmania infantum

 

Nos cães, o parasita é intracelular, ou seja, aloja-se num determinado tipo de glóbulos brancos (os macrófagos) do sangue, pele e nos órgãos internos, o­nde se multiplica sucessivamente sob a forma arredondada. Quando o mosquito se alimenta a partir de um cão infectado, são ingeridos os glóbulos brancos com as formas do parasita. No estômago do mosquito as células infectadas são digeridas, libertando o parasita, mudando para uma forma agora móvel e alongada, o­nde se reproduzem em poucos dias, movendo-se depois para as glândulas salivares do mosquito. Assim, quando as fêmeas voltam a picar, os parasitas são depositados na pele dos cães, o­nde estes procuram alojar-se nos glóbulos brancos do local da picada, criando as típicas úlceras cutâneas, normalmente no focinho e orelhas. Mais tarde estas úlceras desaparecem, mas as formas do parasita já se espalharem pelos órgãos internos.

 

Principais Sintomas da Leishmaniose

 

A Leishmaniose pode desenvolver-se de duas formas:

·Leishmaniose cutânea: caracteriza-se por feridas cutâneas persistentes;

·Leishmaniose visceral: desenvolve-se em órgãos internos como fígado, baço e medula óssea.

No entanto os sintomas são muito variados e comuns a muitas outras doenças, sendo os mais frequentes o emagrecimento, queda de pêlo, feridas persistentes na pele que não cicatrizam, lesões oculares, fraqueza geral e apatia, febres irregulares, crescimento exagerado das unhas, aumento do fígado e baço.




 

 

Como Diagnosticar a Leishmaniose

 

O diagnóstico da Leishmaniose é complexo, pois trata-se de uma doença o­nde os sintomas são muito variáveis e comuns a várias doenças. Além de que quase todos os métodos de diagnóstico disponíveis não são 100% viáveis. Assim, para se chegar ao diagnóstico definitivo deve-se usar um ou vários métodos de diagnóstico actualmente disponíveis, que são:

  • Diagnóstico clínico: usado isoladamente é muito limitativo, pois os sintomas mais frequentes não são específicos da Leishmaniose. Além disso, os cães aparentemente sãos podem ser portadores, ou estar em fase de incubação da doença;

Diagnóstico imunológico/serológico: baseia-se na detecção de anticorpos anti-Leishmania de cães infectados, sendo as técnicas mais usadas a ImunoFluorescência Indirecta (IFI), ELISA, Teste Aglutinação Directa (DAT) e Western Bloting. Existem também “kits” comerciais para detecção rápida de anticorpos, disponíveis em qualquer centro veterinário, sendo os mais usados na prática clínica.




Contudo, quando avaliamos os resultados serológicos, devemos ter em conta que existem algumas limitações, tais como:

o a simples detecção de anticorpos não significa que o animal esteja doente, mas que apenas contactou com o parasita;

o não são 100% viáveis, pois em fases iniciais de infecção os cães não desenvolveram ainda anticorpos que possam ser detectados pelos testes, dando origem a falsos negativos;

  • Diagnóstico parasitológico: baseia-se na visualização directa ao microscópico das formas do parasita, a partir de punções de gânglios linfáticos, medula óssea ou lesões de pele. Este tipo de diagnóstico é 100% específico (quando positivo), barato e de rápida execução. Contudo são métodos de pouca sensibilidade,pois podem falhar na detecção de animais infectados (falsos negativos).
  • Diagnóstico detecção ADN parasitário: baseia-se na detecção de ADN da Leishmania a partir de punções de medula óssea, gânglios linfáticos, bem como o sangue, através da técnica PCR (Polimerase Chain Reaction). É uma técnica com elevada especificidade e sensibilidade para o diagnóstico da Leishmaniose, e também para o seguimento dos tratamentos, diagnóstico precoce, ou mesmo em cães sãos mas infectados.

Tratamento para Leishmaniose

 

Existe tratamento para esta doença, desde que seja diagnosticada atempadamente, e o cão ainda reunir um estado de saúde satisfatório. Contudo, o tratamento apenas consegue eliminar os sintomas e travar a progressão da doença, pois a cura completa é difícil. Após um correcto diagnóstico e avaliação clínica e laboratorial a mais completa possível, o proprietário deverá ser informado pelo seu Médico Veterinário sobre vários aspectos da doença a ter em conta, de modo a fundamentar a decisão pelo tratamento ou eutanásia do seu cão.





 Assim devemos considerar:

  • Possibilidade de êxito terapêutico em função do estado clínico, pois em casos severos da doença não se recomenda o tratamento, mas sim a eutanásia;

  • Carácter crónico e incurável da doença;
  • Possibilidade de transmissão ao Homem em zonas endémicas, nomeadamente se existirem crianças, idosos e adultos imunodeprimidos;
  • Possibilidade de transmissão em zonas endémicas a outros cães, nomeadamente em canis, criadores de cães, hotéis caninos, etc;
  • O elevado custo do tratamento e respectivas análises clínicas, e a necessidade de realizar controles periódicos ao longo da vida;
  • Sentido de responsabilidade e colaboração dos proprietários, nomeadamente a obrigatoriedade de adoptar medidas de prevenção que reduzam a transmissão da doença.

Uma vez optado pelo tratamento, existem vários protocolos terapêuticos, sendo o mais eficaz e usado o protocolo à base de antimoniais por via parentral (Glucantime® - Merial) com efeito leishmanicida, em ciclos de 20-30 dias, associado à administração oral de alopurinol, com efeito leishmaniostático, durante toda a vida. Segundo vários autores a taxa de remissão dos sintomas pode variar entre 35-100%.



 

Prevenção da Leishmaniose

Tendo em conta as características desta doença (elevada prevalência no país, diagnóstico precoce difícil, sintomas graves, tratamento difícil e dispendioso, risco zoonótico), a principal arma na luta contra a Leishmaniose passa pela prevenção.

Actualmente não existe nenhum método de protecção 100% eficaz na prevenção da Leishmaniose. No entanto segundo a Organização Mundial de Saúde, a melhor opção é a utilização de coleiras impregnadas de deltametrina, que demonstrou conseguir prevenir 95% das picadas de flebótomos durante 6 meses, disponível no mercado nacional como coleira Scalibor® Banda Protectora-Intervet. No entanto existem outras alternativas disponíveis, nomeadamente de pipetas “spot o­n” anti-parasitárias a base de permetrina (Pulvex spot®- Schering, Advantix®-Bayer), “spray” (Biokill®) e coleiras anti-parasitárias à base de plantas repelentes como a citronela de Java.





Outras medidas para a prevenção da Leishmaniose podem passar por:

  • Redes mosquiteiras impregnadas com insecticida nos canis;
  • Aplicação de insecticidas em redor dos canis;
  • Manter os cães dentro de casa desde o pôr de sol até ao amanhecer entre Maio e Outubro em zonas endémicas;
  • Eliminação de todos os cães seropositivos da zona, desde que eticamente aceitável;
Estar atento à ocorrência de sintomas da doença, e solicitar ao seu Médico Veterinário que faça as análises necessárias ao diagnóstico precoce da doença.
 

 
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